Fundo Social promove Oficina de Taleme com Rodrigo Zanuto

Fundo Social promove Oficina de Taleme com Rodrigo Zanuto

Patrimônio Cultural Imaterial de natureza gastronômica do município de Bariri, a receita tradicional do Taleme será ensinada passo a passo através de uma iniciativa do Fundo Social de Solidariedade (FUSS) e Diretoria de Assistência Social, em parceria com o Cras 1 e Cars 2: no dia 16 de setembro, próxima quarta-feira, Rodrigo Zanuto irá ministrar a 1ª Oficina de Taleme, ação que tem como objetivo ensinar as técnicas da receita original.

“O Taleme é uma receita trazida pelos imigrantes libaneses para Bariri. Não se encontra Taleme em todos os locais do Brasil; na verdade, são raras as cidades que você pode encontrar alguém que faz, conhece ou até mesmo que já comeu um verdadeiro Taleme. Em resumo o Taleme é um tipo de esfiha Síria que não é assada nem frita, é selada na chapa de ferro. Tem como base o fubá e, tradicionalmente, leva como recheio carne, coalhada ou chicória. Na cidade, já virou costume encontrar elas em bandejas nos mercados, mas nada é melhor que comer uma quentinha quando acaba de sair da chapa de ferro”, explica Rodrigo Felício Zanuto de Oliveira, membro do Conselho Municipal de Turismo (Comtur) e proprietário do Lá Mêmo Gastro Bar, estabelecimento que comercializa o Taleme em Bariri.

As inscrições para a oficina já estão abertas e vão até a próxima segunda-feira (14). Os interessados devem procurar a sede do FUSS, localizada na Rua Camilo Resegue, nº 68. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (14) 3662-6232.

Rodrigo Zanuto comercializa o Taleme desde 2017 para pontos de venda e encomendas. Com a inauguração de seu próprio estabelecimento, o Lá Mêmo Gastrobar, ele se dedica a produzir a receita todas as quartas-feiras no local – ressaltando que recebe muitos visitantes de outras cidades que vem até Bariri exclusivamente para provar o taleme.

“Entendo que ensinar é um exercício de imortalidade, e se queremos que nosso Taleme seja mais que só um elemento histórico da nossa cidade é necessário ensinar ele para que cada baririense não só o defenda como patrimônio da nossa milionária do vale mas o transforme em fomento cultural e econômico”, destaca Rodrigo.